terça-feira, 8 de setembro de 2015

XXIII CONGRESSO BRASILEIRO E IX CONGRESSO INTERNACIONAL DE FONOAUDIOLOGIA

http://sbfa.org.br/fono2015/

quarta-feira, 11 de março de 2015

http://www.gentequeeduca.org.br/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O fonoaudiólogo pode facilitar de diversas formas o processo de ensino-aprendizagem, inclusive em um momento tão importante como a Alfabetização.

Pelo segundo ano consecutivo, o Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia reforçam no Dia Mundial da Alfabetização (8 de setembro), a importância da presença do fonoaudiólogo nas escolas para atuar em parceria professor/aluno/fonoaudiólogo.
Regulamentada pela Lei 6965/81, a atuação do fonoaudiólogo nas escolas é bastante abrangente. A presidente da Comissão de Educação do Conselho Federal de Fonoaudiologia, Graziela Zanoni, explica que muitas vezes o fonoaudiólogo é procurado apenas quando algum problema de aprendizagem é identificado, mas a atuação do profissional vai muito além desse tipo de tratamento.
“Além de colaborar na orientação e no planejamento escolar, o fonoaudiólogo desenvolve um trabalho de pontencialização da aprendizagem ao participar das discussões das estratégias de ensino de acordo com a turma, o professor e a metodologia da escola, podendo inclusive prevenir possíveis problemas de aprendizagem”, informa Zanoni, que lamenta o fato de que muitas escolas ainda não possuem um fonoaudiólogo em seu corpo de funcionários. “É preciso que os gestores públicos, corpo docente, diretores e sociedade em geral saibam da importância dessa parceria da Fonoaudiologia com a Educação”, finaliza.

Saiba mais como o fonoaudiólogo pode colaborar nesse processo:
Fonoaudiologia presente na equipe pedagógica
A Fonoaudiologia na escola vai muito além do que se imagina. O fonoaudiólogo, com sua experiência e práticas a respeito dos processos de aprendizagem e da comunicação em geral, participa da equipe escolar na elaboração de projetos pedagógicos propondo atividades e situações rotineiras de sala de aula para que o professor possa otimizar o desenvolvimento da linguagem oral  e escrita de seus alunos facilitando, dessa forma, todo o processo de ensino e aprendizagem.
Ajudando o professor nos programas de formação continuada
A Fonoaudiologia escolar tem como um de seus principais objetivos a melhoria da qualidade do ensino e, para tanto, desenvolve programas de formação docente, com recurso de realizar intervenções junto aos professores nas atividades escolares com os alunos, tendo como foco os processos de desenvolvimento da linguagem oral,  letramento e alfabetização.
Quanto mais cedo melhor
Identificar o quanto antes alterações no desenvolvimento da  comunicação oral e escrita é fundamental. Cabe ao fonoaudiólogo educacional realizar os devidos encaminhamentos, assim como orientar a equipe escolar no sentido dos ajustes que devem ser feitos  a fim de adequar as propostas pedagógicas às necessidades dos alunos, buscando condições mais propícias de aprendizagem.
Professor, aprenda essa lição
O  fonoaudiólogo cuida também do professor. Esse cuidado pode ocorrer quando promove orientações em relação a cuidados que podem melhorar o uso da voz, evitando ou diminuindo os problemas vocais tão comuns entre os professores, assim como aprimora suas habilidades didáticas por meio do desenvolvimento de estratégias mais eficazes de comunicação com os alunos.
Pais, façam a sua parte
No trabalho com os pais, o fonoaudiólogo realiza orientações a respeito de possíveis dificuldades encontradas nos alunos, mobilizando-os para que busquem recursos externos quando necessários, assim como apresenta estratégias que os pais podem usar visando facilitar a comunicação e  a aprendizagem de seus filhos. Orientações em relação às várias fases de vida da criança e os cuidados com a alimentação, respiração, hábitos orais e estímulos de fala e leitura, são alguns exemplos.

POR IMPRENSA IMPRENSA. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PAPEL DOS PROFESSORES NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Quando os professores se deparam com um aluno com Dificuldade de Aprendizagem muitas questões lhe vem à cabeça.

O que fazer?
Como agir?
Onde está a dificuldade dele?
Que orientação dar aos pais?
Sou responsável por isso?
Qual programa educacional mais adequado?
O papel do professor no processo de aprendizagem é imprescindível, suas atitudes, concepções e intervenções, serão fatores determinantes no sucesso ou fracasso escolar de seus alunos.

Ao professor cabe suspeitar do diagnóstico, orientar os pais sobre as avaliações profissionais necessárias, seguida da intervenção adequada.

Os professores no seu contato do dia a dia com os alunos são capazes de perceber quais estão apresentando dificuldades na aprendizagem. Profissionais atualizados e informados sobre as Dificuldades de Aprendizagem conseguem mais facilmente perceber esse problema. Muitas vezes o problema se manifesta de forma mais evidente nas séries mais adiantadas, mas alguns sinais de alerta podem ser percebidos já nos primeiros anos escolares.

Após uma avaliação profissional especializada os pais e professores são informados sobre os problemas detectados e quais as intervenções necessárias para o aluno superar suas dificuldades.

Muitos pais e professores se perguntam sobre qual seria um programa educacional efetivo. Na verdade o programa educacional deve cobrir as dificuldades de cada aluno individualmente, por isso que se torna importante um programa de ensino que ofereça diversas formas de aprendizagem de um mesmo tema. É importante que o programa ensine e reforce as habilidades básicas que são importantes para uma evolução escolar dos alunos. Sem elas as crianças apresentarão dificuldades para acompanhar a turma nas séries seguintes. As habilidades básicas são a escrita, a leitura, o raciocínio matemático e solução de cálculos aritméticos. Este tipo de apoio pode ser fornecido individualmente ou em pequenos grupos. A aquisição dessas habilidades básicas deve ser o objetivo principal nos primeiros estágios da educação especial independente do material usado para esse fim.

Alguns alunos não conseguirão aprender certas habilidades básicas apesar de todos esforços, mas algum ganho que tenham nessa área já é importante. Para essas crianças o programa deve ensinar meios de contornar suas dificuldades, obter informações de diferentes formas para que atinjam os seus objetivos pessoais. A escolha das atividades deve ser guiada pela capacidade intelectual e não pelo nível das habilidades básicas, pois alunos com nível de leitura baixo pode obter sucesso em aulas de história mais avançadas se receber apoio e adaptações apropriadas.

É importante que o programa permita o aluno acompanhar o conteúdo da classe. Muitas vezes os alunos não conseguem acompanhar o conteúdo, pois eles são dados de forma muito acelerada ou apresentam uma dificuldade acima da capacidade do aluno. Para evitar isso as tarefas devem ser adaptadas para as dificuldades de cada um, por exemplo se um aluno tem dificuldade na escrita pode ser autorizado a pegar as anotações dos colegas ou receber o material impresso, as provas podem ser feitas de forma oral ou com questões de múltipla escolha. As tarefas devem ser adaptadas para possibilidades individuais e os conteúdos apresentados de forma mais lenta com explicações mais detalhadas de como desenvolve-la. Mesmo com habilidades compensatórias desenvolvidas os pais e professores não devem deixar de incentivar e ensinar os alunos as habilidades básicas.

O programa também deve ensinar estratégias para o desenvolvimento de habilidades metacognitivas. As habilidades de organização do tempo, hábitos de estudos efetivos, memória, solução de problemas e autodefesa são muito importantes serem desenvolvidas até entrada no ensino médio, pois é a etapa que se tornam mais importantes para sucesso escolar.

A autodefesa é a capacidade do aluno de se virar sozinho, tomar a inciativa, saber seus pontos fracos e pedir ajuda quando necessário. Uma proteção muito grande por parte dos pais e professores pode inibir o desenvolvimento da autodefesa e levar a criança a usar suas dificuldades para não realizar e terminar suas tarefas. Isso não deve ser negligenciado pelos pais e professores. Os alunos tem que desenvolver a determinação para reconhecer seus objetivos e obstáculos e ir em busca do que quer. Isto se torna extremamente importante na transição da escola para a faculdade ou o trabalho. A Determinação e autodefesa devem ser estimuladas pelos pais e professores.

Os programas devem auxiliar os alunos com seus comportamentos problemáticos como por exemplo a ansiedade, dificuldade de atenção e impulsividade. A forma mais eficiente de alterar esses comportamentos é o reforço positivo no qual as atitudes corretas são recompensadas com elogios e atitudes positivas. As punições e castigos não tem efeito em longo prazo. Esta atitude deve ser realizada pelos pais e professores.

Os objetivos dos programas educacionais devem ser realistas diante dos estágios de aprendizagem que o aluno se encontra e suas possíveis aquisições em cada estágio. O programa também deve especificar as formas como os objetivos definidos serão buscados.

Embora alguns alunos apresentem múltiplos problemas a sua abordagem nem sempre deve ser realizada todos juntos. Uma criança com dificuldades de aprendizagem que está deprimida pode ser primeiramente tratada para que tenha novamente vontade de aprender para depois abordar os problemas específicos.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Demóstenes, o maior orador da Grécia.


Aos sete anos de idade, Demóstenes perdeu o pai e teve sua herança roubada por seus tutores. Posteriormente, abriu processo para recuperar os bens roubados. Ganhou o processo mas não recuperou todos os bens que lhe pertenciam. Com vinte e sete anos iniciou sua carreira de orador e logo conseguiu destaque.
Garoto ainda, Demóstenes assistiu a um julgamento no qual um orador chamado Calístrato teve um desempenho brilhante e, com sua verve, mudou um veredito que parecia selado. Demóstenes invejou a glória de Calístrato ao ver a multidão escoltá-lo e felicitá-lo, mas ficou ainda mais impressionado com o poder da palavra, que parecia capaz de levar tudo de vencida. Assim, alimentou a esperança de se tornar um grande orador - sonho que parecia impossível devido à sua gagueira. Conta-se que Demóstenes, à força de perseverança, ultrapassou o problema da gaguez declamando poemas enquanto corria na praia contra o vento e também, sendo esse o fato mais conhecido, forçando-se a falar com seixos na boca. Após treinamento que demandou enorme esforço, Demóstenes venceu a gagueira e se tornou o maior orador da Grécia.
Sua vida como orador e político foi dedicada à defesa de Atenas que se via ameaçada por Filipe II da Macedônia. Contra o líder macedônio, Demóstenes escreveu inúmeros discursos que ficaram conhecidos como Filípicas. O objetivo era conclamar os cidadãos atenienses e arregimentar forças contra a Macedônia antes que fosse tarde demais.
Em 338 a.C., Demóstenes participou da batalha de Queroneia — na qual Atenas foi derrotada pela Macedônia e marcou o início do domínio de Filipe e depois de Alexandre, o Grande, sobre a Grécia.
Após 335 a.C., Demóstenes vê decair tanto sua reputação quanto influência. Chegou mesmo a ser condenado por ter se deixado comprar por um ministro de Alexandre e facilitar sua fuga de Atenas. Foi preso mas conseguiu fugir, exilando-se de Atenas por longo período.

Após a morte de Alexandre, em 323 a.C., Demóstenes é chamado de volta e retoma suas atividades. Alia-se, então, à revolta contra Antípatro. Tendo falhado tal revolta, Antípatro exige a entrega dos chefes revoltosos. Demóstenes foge para o templo de Poseidon na ilha grega de Calauria. Quando percebe que está cercado pelos soldados de Antípatro, suicida-se com veneno.


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

AGENDA

Cronograma do Artigo AFASIA:

Revisão bibliográfica de 15 a 27/10.
Reunião para divisão do Conteúdo.
Dia 02/11 produção do Esboço.
Dia 02/11 Dividir conteúdo entre os integrantes.
Dia 09/11 Finalização do Artigo.

15/11 Apresentação para a Orientadora Paula Isabel.